Nossa visão
Educação, tecnologia e desenvolvimento.
Educação é fundamental para o progresso e desenvolvimento, tanto pessoal, quanto de uma nação. A formação de indivíduos saudáveis, cidadãos plenos, com capacidade de trabalho e vida dignos envolve uma série de condições sócio-econômicas intimamente interligadas, sem as quais se cria um ciclo de miséria e pobreza que resulta num adulto desempregado e marginalizado.
Procurando diminuir as diferenças sociais e não permitir maior marginalização à sociedade tecnológica e globalizada da qual fazemos parte, muito tem sido feito em relação à infância, em termos de suprir carências básicas de alimentação, saneamento, escolaridade e lazer. Atitude essa louvável e imprescindível na atual conjuntura, onde seria impossível interferir neste processo de distanciamento social sem a participação da iniciativa pública e privada.
Da infância à idade adulta existe um longo percurso e, sem dúvida, o trabalho de base é fundamental. Porém, existe um hiato entre a criança e o jovem adolescente. Adolescentes estão à porta da educação profissional e representam um segmento de resposta mais imediata. Trabalhando com adolescentes e jovens adultos que ingressarão na vida profissional, provendo e insistindo em sua formação culta e especializada, podemos interferir e procurar minimizar os efeitos daquele ciclo. Atuar na educação do ensino médio ou pos-médio significa interceptar e encurtar o caminho, obtendo resultados mais rápidos e promissores.
A educação formal é um ambiente favorável à inclusão digital favorecendo a inserção social. Inclusão digital não é apenas o ensino de informática na escola ou somente o acesso a computadores. Envolve a introdução e utilização das novas tecnologias no processo de construção de conhecimento. Nos dias atuais, é inegável que a redefinição do que é material didático se faz urgente e necessária. A utilização de linguagens hipertextuais oferece uma alternativa metodológica diferenciada e de alta qualidade. A escola será agente de inclusão digital, quando as ações desta inclusão, na educação formal, estiverem integradas aos conteúdos curriculares.
Incentivar e instrumentalizar o jovem para o estudo como atitude permanente na aquisição do conhecimento, utilizando o computador como recurso didático, pode tornar a aprendizagem uma prática atrativa e prazerosa. Permite desenvolver a autonomia e habilidades operacionais, possibilitando um crescimento intelectual maduro e seguro, através da formação progressiva de um conjunto de parâmetros e argumentos que balizarão suas futuras decisões. Resulta em mudança de comportamento e adoção de posturas mais conscientes na intervenção e participação em seu meio social.
Comunidades envolvidas no processo de preparo e facilitação das condições de acesso à formação profissional superior estarão investindo em si e em recursos humanos de alta qualificação. Participam efetivamente do processo de conquista da autonomia e auto-suficiência nacionais em termos tecnológicos e científicos, e dessa ação colherão os frutos, contribuindo sobremaneira na construção de uma sociedade democrática mais justa, includente e organizada.
